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A vida de um tudo e nada

A vida de um tudo e nada

Desabafo...

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Estou cansada.

Estou cansada.

Estou cansada.

É tão impossível de aguentar quando a pessoa que tinhas como amiga simplesmente não o é.

Não, não estou a falar de uma coisa simples. É complexo. É verdadeiramente complexo. De tal complexo que é sinto-me dormente. Passou da preocupação à banalidade. Deixou de fazer sentido para não fazer sentido nenhum.

Não sou eu, que isso eu sei. É a pessoa. São as pessoas.

Eu mudei. Sim mudei. Amadureci e criei carácter. Mas a pessoa, as pessoas não. Não é o muito que faz o tudo. É o suficiente que faz o muito. Não preciso de ser outra para ser alguém. Não preciso de ser forjada de mentiras para ser alguém. Muito menos preciso de criar toda uma máscara quando o carnaval são 3 dias e não 365.

É difícil. Foi difícil. Agora não. Já não é. Deixou de ser.

É tão simples como uma ostra cuspir uma pérola. É simplesmente simples. É demorado, mas é simples.

Chorei o que tinha a chorar pela pessoa. Pelas pessoas.

Cansei-me de tentar levar a bom fim o que já tinha o seu fim.

E que o ego fale mais alto. E que a auto-estima fale mais alto. Pessoa, pessoas não quero saber.

E que o pano se abra e que a tua, a vossa, actuação continue que eu ficarei na cadeira a aplaudir tal performance. A performance do fingimento, do encorajamento fingido ou das verdades sem verdade.

 

 

 

E nisto, obrigada meu F por seres tudo o que eu sempre quis, o que eu sempre sonhei e o que continuo a querer para mim. És sem dúvida o ouro sobre azul. És o meu tudo, o meu melhor, o meu porto seguro.

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